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Entenda como a startup de patinetes Bird pode chegar à América Latina

A empresa pretende vender seus patinetes para empreendedores locais, que vão arcar com todos os custos de operação e manutenção; a Bird funcionará como uma espécie de mentora e ficará com uma porcentagem de 20% do preço de cada viagem

Redação Link

A startup de patinetes elétricos Bird tem um plano interessante para expandir seu serviço para além dos Estados Unidos. De acordo com o site The Verge, a empresa pretende vender seus patinetes para empreendedores locais de outros países, que vão arcar com todos custos de operação e manutenção. Do outro lado, a Bird funcionará como uma espécie de mentora, oferecendo conselhos, suporte técnico

e acesso à sua tecnologia - para isso, ficará com uma porcentagem de 20% do preço de cada viagem. A estratégia é chamada de Plataforma Bird.

A empresa revelou o plano da Plataforma Bird em novembro do ano passado, mas não havia especificado que o serviço seria oferecido para empreendedores foram dos Estados Unidos e da Europa, onde a startup já opera. A Bird pretende inicialmente oferecer a plataforma para três mercados: Nova Zelândia, Canadá e América Latina.

Por meio da plataforma a Bird pode inspirar a criação de novas empresas de patinetes, que não vão ser suas concorrentes - já que a startup vai vender seus patinetes e ganhar uma fatia do faturamento. A Plataforma Bird também permitirá que a empresa acompanhe de perto a disseminação de patinetes em cidades de todo o mundo.

Segundo a reportagem do The Verge, os patinetes serão entregues ao empreendedores locais com toda a tecnologia da Bird pré-instalada, incluindo GPS.

O plano da Bird é semelhante ao do Uber, que expandiu seu serviço pelo mundo deixando os custos nas mãos dos motoristas e oferecendo a eles a tecnologia da plataforma - e, é claro, pegando uma porcentagem do preço da viagem. Travis VanderZanden, atual presidente executivo da Bird, já trabalhou no Uber.

A estratégia é interessante para o mercado de patinetes elétricos. Todas as empresas do setor hoje fecham suas contas no prejuízo, já que o mercado é caro e difícil. As startups enfrentam problemas como vandalização dos veículos e impasse com regulamentações locais.

(Fonte: Estadão) - 07/03/2019
Site usa inteligência artificial para gerar rostos falsos impressionantes

Criado por Philip Wang, engenheiro de software do Uber, o site tem intuito educacional: alertar sobre o potencial da tecnologia, que já consegue criar rostos bem parecidos com os reais

Essas pessoas que estão na foto acima não existem: seus rostos são criações de um sistema de inteligência artificial. O site que hospeda as imagens, chamado de
href="https://thispersondoesnotexist.com/" target="_blank"> ThisPersonDoesNotExist.com
, tem uma única página em que mostra em tela cheia um rosto de uma pessoa que não existe. As fotos, que impressionam por terem aparência real, são exibidas uma de cada vez, a cada nova atualização da página.

Criado por Philip Wang, engenheiro de software do Uber, o projeto tem intuito educacional. "Decidi tirar dinheiro do meu próprio bolso para conscientizar as pessoas sobre o uso desta tecnologia", disse Philip Wang, em uma postagem no seu perfil do Facebook. Para criar o banco com imagens de rostos falsos, o engenheiro se baseou em uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia Nvidia.

Por trás da tecnologia está um algoritmo que é treinado a partir de um banco gigante de imagens reais. Com as informações captadas, o algoritmo consegue misturar traços e características para criar rostos artificiais.

Embora essa tecnologia possa criar imagens virtuais e ajudar ilustradores e designers, há questionamentos sobre o seu perigo para a sociedade. Além do problema de criação de perfis falsos na internet, tecnologias desse tipo são usadas em conteúdo pornográfico para colocar rostos de famosos em outros corpos, por exemplo - técnica conhecida como "Deep Fake".

(Fonte: Redação Link Estadão) - 26/02/2019
EUA criam força-tarefa para monitorar monopólio de empresas de tecnologia

A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) vai lançar uma força-tarefa para monitorar se empresas de tecnologia ferem as leis de concorrência no país. O anúncio foi divulgado nesta terça-feira, 26.

Segundo o órgão, funcionários que já trabalham na agência e outros 17 advogados irão focar suas atividades em investigar se as empresas da indústria de tecnologia adotam modelos anticompetitivos.

Em um comunicado, Joe Simons, presidente da FTC, disse que a importância dessas companhias na vida dos usuários foi crucial para dar início das investigações.

"Nossas audiências contínuas foram cruciais para aprofundar nossa compreensão desses mercados e potenciais problemas competitivos. A força-tarefa é o próximo passo nesse esforço", disse Simons no comunicado.

Bruce Hoffman, diretor do departamento de Concorrência dos EUA, disse que a rápida evolução das empresas de tecnologia cria desafios para aplicação da lei de antitruste. "A nova força-tarefa será capaz de se concentrar exclusivamente nesses mercados, assegurando que eles estejam operando de acordo com as leis antitruste e agindo onde eles não estiverem."

Punições
Hoffman confirmou que a força-tarefa também vai examinar as fusões consumadas, mas disse que não poderia nomear nenhuma investigação especificamente. Quando perguntado sobre soluções para fusões problemáticas, Hoffman disse que as empresas poderiam ser "quebradas" ou forçadas a "desmembrar".

As investigações surgem em meio à crescente pressão por ações antitruste contra gigantes como Facebook e Google. No início do mês, foi anunciado que a FTC estuda aplicar uma multa multibilionária na empresa da Mark Zuckerberg por violar repetidamente um acordo de privacidade assinada entre o órgão e a rede social.

Por outro lado, pessoas de organizações de defesa do consumidor argumentam que a aplicação da multa não é o suficiente para incentivar o Facebook a ser mais cauteloso com os dados de seus usuários.

As organizações pedem que a FTC obrigue a rede social desmembrar duas de suas principais empresas: o Intagram e o WhatsApp, alegando que os usuários para os três principais aplicativos.

(Fonte: Redação Link Estadão) - 26/02/2019
Alemanha consulta indústria sobre potencial da tecnologia blockchain

A Alemanha abriu um processo de consulta sobre como explorar o potencial da tecnologia blockchain antes de apresentar uma estratégia de ação neste ano, disseram fontes do governo nesta segunda-feira.

Berlim é um centro para startups, das quais cerca de 170, de uma forma ou de outra, trabalham com blockchain, a tecnologia que sustenta a moedas digitais como o bitcoin.

Há um grande interesse de potenciais participantes e investidores de uma série de indústrias, incluindo de veículos, produtos farmacêuticos, energia e administração do setor público, que esperam transformar a forma como negócios em massa são feitos via blockchain.

De acordo com as fontes, empresas e grupos da indústria que poderiam se tornar interessados em um processo de implantação de blockchain na maior economia da Europa foram convidados a fornecerem recomendações a partir desta semana.

Embora resultados concretos estão sendo buscados, ainda não está claro se eles se materializam imediatamente em qualquer movimento legislativo, disseram eles.

Startups que trabalham com blockchain disseram que sem um quadro legal, existem obstáculos de entrada elevados para a adoção mais ampla da tecnologia. Os governos pedem cautela em relação às criptomoedas que utilizam a tecnologia.

Poucas das grandes economias do mundo criaram estratégias abrangentes sobre como fomentarem startups de blockchain.

Alguns, incluindo Grã-Bretanha e Cingapura, permitiram que essas empresas tivessem liberdade limitada para testarem aplicações inovadoras de blockchain no setor financeiro.

(Fonte: Reuters) - 18/02/2019
Como o botão Curtir mudou a internet nos últimos dez anos

Fazendo aniversário, função que nasceu no Facebook fez usuários buscarem protagonismo na web e e criou um bilionário modelo de negócios

No princípio, as redes sociais eram o verbo. Sentimentos, desejos e teorias eram expressados - e respondidos - por texto. A natureza da internet passou a ser diferente quando, no dia 9 de fevereiro de 2009, o Facebook propôs uma singela questão aos seus membros: "Curtiu?". Da maneira como as pessoas interagem (e as consequências psicológicas disso) aos modelos de negócios dos serviços mais

populares da web: nada mais foi como antes, depois do "primeiro like".

É curioso pensar que o Curtir demorou a existir. Criado em 2007 pela ilustradora Leah Pearlman, gerente de produto do Facebook na época, o recurso passou dois anos "na geladeira". Mark Zuckerberg, fundador da rede social, não gostava muito dele, mas foi vencido pelo entusiasmo dos funcionários da empresa. "É uma forma rápida de dizer aos seus amigos que você curte o que eles estão postando",

dizia o texto que apresentava a função, escrito por Pearlman. "Isso deixa espaço nos comentários para elogios mais longos."

Era algo novo: Orkut, MySpace e outros serviços da época eram organizados em textos e comunidades, bem como inúmeros fóruns que reuniam aficionados por qualquer tema - de PCs a cinema, algo que soa muito nerd hoje em dia. Os elementos visuais eram mais rudimentares. As pessoas já usavam emojis para se expressar em e-mails, por exemplo, mas eles serviam mais como complemento ao texto.

O botão curtir permitia uma reação rápida - e até um pouco desinteressada - a qualquer coisa. Não à toa, ele teve sucesso imediato. "Em pouco tempo, publicações que tinham 50 comentários acabavam tendo 150 curtidas", disse Pearlman, em entrevista à revista Vice, em 2017.

Era o que o Facebook precisava: três meses após lançar o Curtir, a rede superou seu maior rival nos EUA, o MySpace. Mais que isso, ditou moda: em 2010, o YouTube trocou as estrelas de seu sistema de avaliação de vídeos por um polegar positivo. O Twitter fez testes até 2015, quando estabeleceu o coração como símbolo para "curtir" um tuíte. Instagram, LinkedIn e Tinder também incorporaram o recurso. "Hoje, é difícil imaginar uma rede social sem curtidas", diz Luís Peres-Neto, professor da ESPM.

Egotrip. "Com o curtir, as pessoas passaram a fazer mais publicações", afirmou Pearlman à Vice. De participantes de uma rede, as pessoas agora se consideram protagonistas dela. "Há uma supervalorização da validação do próximo, do olhar de outras pessoas sobre tudo que o usuário faz", diz Alexandre Inagaki, consultor em redes sociais.

É algo que tem gerado impactos na saúde mental: estudo feito pela Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) em 2017 mostrou que receber uma curtida ativa áreas do cérebro que respondem quando se recebe algo bom - como comer chocolate em um dia difícil.

Outras pesquisas já ligaram sintomas de depressão, ansiedade, solidão, baixa autoestima e tendências suicidas ao uso de redes sociais. "Tem gente com autoestima baixa que posta selfies todo dia, esperando reações. Quando não se recebe muitas curtidas, a tendência é ficar mais triste", diz a psicóloga Anna Lucia King, do Instituto Delete, ligado à UFRJ.
Manada.

No mesmo estudo, pesquisadores da UCLA mostraram que o Curtir ajuda a gerar comportamentos de manada - se uma foto já ganhou muitos likes, é provável que mais pessoas devam se manifestar sobre ela.

Por outro lado, os algoritmos das redes sociais consideram o número de curtidas para determinar o que será exibido a um usuário. Se ele curte sempre as mesmas coisas - e quem produz conteúdo busca temas populares para ganhar curtidas - o processo de criação de uma bolha está formado. Unidos, o "efeito manada" e o reforço do algoritmo geram uma reação em cadeia.

As curtidas permitiram ainda uma forma eficiente para o funcionamento desses algoritmos. Na época, sistemas de reconhecimento de texto por inteligências artificiais eram bem mais rudimentares - até hoje, eles não entendem ironia. Há ainda a complexidade de diferentes idiomas. O Curtir, para o algoritmo, virou um tradutor universal: todos falam a mesma língua, com dois signos - "gostei" ou "não gostei".

De quebra, as redes sociais passaram a identificar os gostos das pessoas, num prato cheio para a publicidade. É um ingrediente importante para o Facebook ter sobrevivido e gerado receita de US$ 16 bilhões em seu último trimestre fiscal; uma realidade muito diferente do Google com o Orkut, que nunca conseguiu faturar. Trocar curtidas por dinheiro virou um modelo comercial imperativo.

É nas curtidas, também, que surgem algumas das principais mazelas da internet atual - de "fazendas" com milhares de smartphones curtindo posts 24 horas por dia, inflando números de audiência por centenas de dólares, à interferência em eleições e fome por dados de usuários. A Cambridge Analytica, firma de marketing político que usou indevidamente dados de 87 milhões de perfis do Facebook, começou analisando justamente as curtidas. Com 150 publicações, os pesquisadores diziam saber mais sobre alguém do que seus pais ou irmãos.

É algo que causou danos ao Facebook - fazendo a empresa rever políticas, perder dinheiro e colocando-a sob escrutínio global. Talvez, em breve, esse modelo já não seja mais tão curtido. / COLABOROU

GIOVANNA WOLF

(Fonte: Bruno Romani) - 18/02/2019
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