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Notícias na 25 de março

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De olho em entregadores, startup de aluguel de motos Mottu recebe aporte de US$ 2 mi

Empresa aluga motos para que trabalhadores com crédito baixo no mercado trabalhem em entregas na Grande São Paulo

A Mottu, startup de aluguel de motocicletas para trabalhadores de delivery, anunciou a captação de um aporte de US$ 2 milhões, liderado pela Caravela Capital e com participação de Elie Horn, fundador da Cyrella, José Galló, ex-presidente da Renner e da Fundação Estudar Alumni Partners.

Com pouco tempo de funcionamento — a Mottu começou sua operação em fevereiro deste ano — a startup pensa em utilizar o aporte para se estabelecer no mercado e trabalhar com segurança nos próximos meses, enquanto desenvolve seu serviço aos usuários.

"Estamos em uma fase de provar o modelo de negócio. Tem muito aprendizado no que a gente está fazendo. Estamos aprendendo a como criar uma relação de longo prazo com pessoas que têm baixo score de crédito. O dinheiro proporciona que a gente possa baixar a cabeça e trabalhar", afirma Rubens Zanelatto, fundador da Mottu, em entrevista ao Estadão.

Prestando serviço para a área de delivery, a Mottu aluga motocicletas para trabalhadores que querem atuar na entrega por aplicativo, mas que não possuem seus próprios veículos. Além disso, a startup trabalha com uma linha de aprovação para quem tem baixo crédito na praça. Segundo Zanelatto, a Mottu não quer apenas alugar motos, mas agir na geração de renda direta de trabalhadores da chamada gig economy (economia de "bicos", em tradução literal)

"O maior desafio do motoboy é que ele está sozinho. Ele mora longe dos grandes centros, enfrenta trânsito, sol, chuva e um monte de perrengue. Se acontece um problema, ele se vê sozinho para resolver. Quando a gente compra uma moto, aluga pra ele, gera uma demanda, a gente faz as pessoas ganharem mais dinheiro, e esse é o nosso propósito", explica.

Para alugar uma moto, o usuário deve preencher um cadastro no aplicativo e aguardar a aprovação dos documentos, como carteira de motorista. A Mottu pede um depósito inicial — como um cheque caução — no valor de R$ 250 e cobra diárias de R$ 35. Por enquanto, a startup cobre apenas a Grande São Paulo.

De acordo com Zanelatto, já são 300 motos operando na startup — todas alugadas — chegando em até 2 mil veículos até o final do ano. Na plataforma, mais de 15 mil pessoas já demonstraram interesse no aluguel de motos.

"A maior inovação da Mottu não é tecnológica, é entregar um ativo de R$ 8 mil na mão de uma pessoa que não tem crédito nenhum. O nosso público é a pessoa que está desempregada, então a gente enxerga que a barreira para trazer ele para cá precisa ser muito baixa", explica Zanelatto.

Para Lucas de Lima, cofundador da Caravela Capital, a visão para um mercado novo de serviços para entregadores e o grande potencial de crescimento foram fundamentais para a aporta na startup durante a pandemia de coronavírus.

"A gente viu muito potencial na startup, no momento dela e no que ela está solucionando. Acho que a questão de dar acesso e criar oportunidades para o mercado brasileiro que não são por meios tradicionais chamou a atenção. Quando a gente conseguiu encaixar esse modelo de negócio, a gente viu um potencial muito grande para a startup crescer. Para a gente, era um investimento que fazia
muito sentido", afirmou Lima.

*É estagiária sob supervisão do repórter Bruno Romani

(Fonte: Bruna Arimathea* - Estadão) - 10/08/2020
Startup de benefícios Caju recebe aporte de R$ 13 milhões

Durante a pandemia, a empresa deu um salto de 150 clientes em abril para 400 hoje; serviço reúne diferentes benefícios para o funcionário em um só cartão

A startup Caju, dona de uma plataforma para gerenciar benefícios a funcionários, acaba de receber um aporte de R$ 13 milhões liderado pelo fundo Valor Capital Group, pela Canary e também com a participação de Ariel Lambrecht, fundador da 99 e da Yellow. Com crescimento acelerado durante a pandemia, a startup, que atendia cerca de 150 empresas em abril, já tem hoje 400 companhias clientes, entre eles startups como Loft e Pipefy — ao todo, a Caju atinge indiretamente 15 mil funcionários atualmente.

A ideia da Caju é facilitar o uso de benefícios por funcionários. Por meio da plataforma, o usuário consegue direcionar parte do dinheiro que ganharia de vale transporte para o vale alimentação, por exemplo. É possível também ter acesso a diferentes categorias de benefícios, que incluem academias, por meio do serviço da Gympass, e até assinatura de plataformas de streaming como Netflix.

Além disso, todos os benefícios são concentrados em um único cartão, de bandeira Visa.

A pandemia deixou escancarada essa necessidade de um cartão de benefícios com aceitação global, e que ofereça flexibilidade para o usuário. Poucos vales-alimentação são aceitos online", diz Eduardo
del Giglio, presidente executivo e fundador da Caju. "Por conta disso tivemos uma explosão de demanda". Para sustentar seu modelo, a startup fica com uma taxa repassada pela bandeira Visa a cada compra.

Com os novos recursos, a Caju pretende dar suporte ao seu crescimento e também trazer melhorias para o produto — aqui a ideia é principalmente facilitar as operações na plataforma, desde o cadastro dos funcionários até os pedidos de usuários, deixando-as mais automáticas.

Com o crescimento acelerado, o maior desafio para a empresa tem sido dar suporte à entrega dos cartões e ao atendimento dos clientes. Atualmente com 20 funcionários, o plano é chegar a uma equipe de 30 pessoas até o final do ano.

No longo prazo, o plano é olhar também para outros serviços que possam ajudar a melhorar as interações entre a área de recursos humanos e os funcionários de empresas. "Ainda não sabemos exatamente onde vamos atuar, mas uma oportunidade é a parte de previdência e consignado", afirma o fundador da Caju.

(Fonte: Giovanna Wolf) - 10/08/2020
B2W faz acordo para integrar lojas de shoppings da Multiplan em marketplace

A B2W anunciou nesta segunda-feira acordo para integrar lojas dos shoppings da Multiplan em sua plataforma de marketplace, acelerando os planos da gestora de centros comerciais no varejo online.

O acordo envolve 5.800 lojas nos 19 shopping centers operados pela Multiplan e permite modalidades como envio dos produtos diretamente dos pontos de venda para os clientes ou retirada dos produtos pelos consumidores.

(Fonte: Reuters ) - 03/08/2020
iPhone mais barato e serviços ajudam Apple em meio à quarentena

Os resultados mostram que a Apple continuou entregando aparelhos e serviços aos consumidores, mesmo com o fechamento de lojas em alguns mercados

Mesmo em meio à pandemia, a Apple registrou uma receita de US$ 59,7 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas do iPhone SE, o celular mais simples da empresa, lançado em abril, que custa a partir de US$ 399 nos Estados Unidos, e também pelo setor de serviços. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 30, e as ações da companhia subiram cerca de 5% após o fechamento do pregão.

A receita espera por analistas era US$ 52,3 bilhões. As vendas de iPhone também superaram em US$ 4 bilhões a expectativa, com receita de US$ 26,4 bilhões. Em entrevista à agência de notícias Reuters, o presidente executivo Tim Cook disse que, após interrupções em abril, as vendas começaram a aumentar em maio e junho, impulsionadas pelo que ele chamou de um lançamento "forte": o iPhone SE.

Os resultados mostram que a Apple continuou entregando aparelhos e serviços aos consumidores, mesmo com o fechamento de lojas em alguns mercados nos Estados Unidos. Além do iPhone, outras categorias, como iPads e Macs, cresceram no período. Cerca de 60% das vendas da empresa hoje são de mercados internacionais.

Além disso, o setor de serviços da Apple teve bons resultados — a área engloba, por exemplo, a loja de aplicativos App Store, o serviço de armazenamento na nuvem iCloud e o streaming de música Apple Music. Os serviços tiveram receita de US$ 13,1 bilhões no segundo trimestre, um aumento em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a empresa registrou US$ 11,4 bilhões.

Atraso
Durante conferência sobre os resultados financeiros do segundo trimestre, Luca Maestri, diretor financeiro da Apple, disse que, em 2020, os iPhones, que tradicionalmente são lançados em setembro, chegarão "algumas semanas depois".

Com o atraso, a receita que geralmente chega à Apple em setembro deverá aparecer apenas no último trimestre do ano. Por outro lado, o anúncio mostra aos investidores que o atraso será apenas de algumas semanas, acalmando os ânimos do mercado, que temia que a empresa pudesse adiar em demasia o lançamento - todo ano, o novo iPhone é esperado não só por suas funcionalidades, mas também por ser ainda o principal produto da fabricante de Cupertino.

Dona da OLX compra unidade de classificados do eBay por US$9,2 bi

O eBay fechou acordo para vender sua unidade de classificados para a norueguesa Adevinta em um negócio avaliado em 9,2 bilhões de dólares e que cria o maior grupo de anúncios classificados do mundo.



Sede do eBay na Alemnha, 06/08/2019. REUTERS/Fabrizio Bensch
Foto: Reuters

A Adevinta detém marcas como a OLX, no Brasil, e a francesa Leboncoin, além de dezenas de operações na Europa, Américas e Norte da África.

O eBay vai receber 2,5 bilhões de dólares em dinheiro e 540 milhões em ações da Adevinta, o que tornará a companhia norte-americana maior acionista do grupo norueguês, com uma participação de 44%.

"A Adevinta se torna a maior empresa de classificados do mundo, com um porfólio único de marcas de marketplaces", disse o presidente-executivo da Adevinta, Rolv Erik Ryssdal.

A companhia combinada terá presença em 20 países, com a Europa sendo o maior mercado. A receita estimada é de 1,8 bilhão de dólares e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização é de quase 600 milhões.

Ryssdal disse que a crise do coronavírus impulsionou markeplaces online e alguns sites da Adevinta receberam mais tráfego em junho que no mesmo período do ano passado, se recuperando da forte queda registrada em março.

As ações da Adevinta, que se separou da companhia nórdica de mídia Schibsted e foi listada na bolsa de Oslo no ano passado, saltaram quase 40% depois que os negócios foram retomados. As ações da Schibsted subiram cerca de 20%.

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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.