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Por que celular com câmera de mais megapixels não significa fotos melhores

Celulares com quantidades enormes de megapixels realmente fazem fotos melhores? Ou isso é mais uma questão de marketing?

Sempre que a Apple, Samsung ou qualquer outra grande marca lança um novo telefone celular, os usuários olham para a tela, para a bateria e principalmente para a câmera.



O modelo mais recente do iPhone, o 11, carrega uma lente de 12 megapixels
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
O modelo mais recente do iPhone, o 11, carrega uma lente de 12 megapixels. Já o Samsung Galaxy Note 10 inclui uma de 16.

Por outro lado, a versão Mate 30 da Huawei possui um sistema de câmera tripla, composto por um sensor de 40 megapixels, uma grande angular ultra ampla de 16 megapixels e uma lente objetiva de oito megapixels.

Parece incrível, não? Mas o que isso significa na prática?

A verdade é que a crença de que mais megapixels nos proporcionam uma foto de qualidade superior é falsa.



A câmera dupla, tão popular ultimamente, visa melhorar o efeito de profundidade e o foco nas imagens
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Muitos consumidores são guiados pela quantidade, porque, no final das contas, cinco megapixels não soam tão bem quanto oito, mesmo que a câmera produza excelentes fotos. E, na mesma lógica, se oito é bom, 12 tem de ser ainda melhor.

Porém, de acordo com especialistas, a qualidade das imagens não funciona segundo essa lógica.

O "segredo desagradável" por trás dessa forma de classificar a câmera de um celular "é que (se basear) apenas (n)o número de megapixels é uma maneira ruim de prever o desempenho fotográfico", diz a revista americana Scientific American.

Para entender isso, devemos ter em mente que o número de megapixels se refere à resolução da câmera. A resolução afeta o tamanho da imagem e não a qualidade.

Esses números nos dão uma ideia de quanto podemos ampliar uma imagem sem perder a nitidez. Ou seja, se você deseja imprimir sua foto em tamanho A4, não importa qual celular você escolhe.

Se sua intenção é imprimi-la em um formato grande, como um A2, então é melhor considerar o número de megapixels.

Por outro lado, a maioria das fotos tiradas com telefones celulares acaba publicada nas redes sociais, compartilhada pelo WhatsApp ou enviada para um site, que precisa de fotos leves para carregar bem.



Este é o sensor que as câmeras Nikon D3200 carregavam e tinham 24,2 megapixels
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

O tamanho importa
Para Sergio Barbero Briones, pesquisador do Instituto de Óptica do Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha, o que importa é o tamanho dos pixels e não a quantidade deles.

E esse tamanho é determinado pelo sensor que coleta a luz. "Sem luz, não há foto", dizem fotógrafos experientes.

"Quanto menor o pixel, melhor", diz Barbero.

E se não fosse pelo fato de que as leis da física têm muito a dizer sobre a aparência da sua foto final, "poderíamos alcançar uma resolução infinita", afirma o pesquisador.

Mas isso não é possível porque sempre teremos o que é conhecido como "ponto de difração", derivado da natureza das ondas da luz. É esse o fenômeno que coloca limitações técnicas na resolução.

"O tamanho do sensor de imagem é importante e, em geral, quanto maior o sensor, maiores seus pixels. E quanto maiores os pixels, mais luz ele pode coletar", resume a Scientific American.

"Quanto mais luz você pode capturar, melhor a imagem", diz ele.

Normalmente, o fabricante do telefone celular especifica o tamanho do sensor da câmera. Mas eles costumam fazer isso com uma figura intuitiva para os consumidores médios.

Te diz alguma coisa saber que o sensor do iPhone 8 é 1/3 ou que, no Samsung Galaxy S9, ele é de 1/2,6?

Na verdade, esses números são uma divisão, mas o que você precisa saber é que quanto menor o divisor (3 ou 2,6), maior e melhor é o sensor. No caso acima, o sensor da Samsung é um pouco melhor que o da Apple.

Portanto, da próxima vez que você quiser saber o quão boa é a câmera do celular, não se deixe guiar apenas pelo marketing.

(Fonte: BBC News Brasil) - 21/10/2019
IBM lança pacote de serviços para estimular IA em empresas

Companhias que contrataram o serviço do Watson Assistant poderão integrar bancos de dados na nuvem de qualquer origem a seus algoritmos

A empresa americana de tecnologia IBM lançou, nesta segunda-feira (21), um pacote de novidades para os seus serviços voltados para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) dentro das

empresas. A plataforma modeladora de IA Watson - o principal produto da corporação de computação - receberá grande parte dos novos recursos.

Companhias que contrataram o serviço do Watson Assistant - que possibilita a criação de robôs atendentes, assim como de mecanismos de tradução de voz em texto - poderão integrar bancos de dados na nuvem de qualquer origem, seja público, privado ou misto, a seus algoritmos. Isso possibilitará uma maior infusão de dados para a programação de soluções tecnológicas.



A empresa americana de tecnologia IBM lançou, nesta segunda-feira (21), um pacote de novidades para os seus serviços voltados para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) dentro das empresas
Foto: Sergio Perez / Reuters

Além disso, agora o assistente da IBM também poderá identificar vozes em sua linguagem natural. A nova atualização da plataforma de IA traz para as equipes de desenvolvimento a capacidade de detectar nuances da fala do usuário e entendê-lo sem necessidade de uma conversação mais robótica e formal.

A IBM também lançou novidades para o Watson OpenScale - uma plataforma que monitora o desempenho de um algoritmo dentro de um produto. Agora, as equipes de ciência de dados poderão utilizar o recurso Drift Detection (Detecção de Deslize, em uma tradução livre) para identificar quando uma programação de software começar a desviar de seus parâmetros e propostas iniciais, como uma forma de refinar a automação de um processo.

O diretor geral de Dados e Inteligência Artificial da IBM, Rob Thomas, celebra o lançamento das novidades. "Neste ano, conseguimos derrubar um de nossos maiores desafios para estimular o uso de IA na indústria: o vendor lock-in (em inglês, diz respeito a uma dependência de apenas um serviço de computação em nuvem para armazenamento de dados)", afirma. "Agora nossos clientes podem rodar o Watson em qualquer servidor na nuvem, abrindo oportunidades ainda não imaginadas."

O anúncio desses lançamentos foi feito um dia antes do evento IBM Data and IA, que ocorre em Miami, na Flórida (EUA), para discutir boas práticas e tendências dentro do universo de inteligência artificial e tratamento de dados. Clientes da empresa e líderes do desenvolvimento técnico de IA farão palestras na conferência.

Adoção na indústria
O mercado de inteligência artificial deve contribuir com US$ 15 trilhões até 2030 na economia global, conforme a consultoria Pwc previu. Tendo em vista essa perspectiva financeira, empresas têm incluído a IA em sua cadeia produtiva ou em seus processos.

Do ano passado para cá, segundo o relatório "2019 CIO Agenda" da consultoria de tecnologia Gartner, o desenvolvimento da inteligência artificial dentro das empresas cresceu de 4% para 14%.

Esse salto na adoção da tecnologia condiz com uma outra pesquisa, dessa vez do MIT Sloan Managemente Review em parceria com o Boston Consulting Group, de que 9 entre 10 dos líderes de tecnologia de empresas acreditam que a IA representa uma oportunidade de negócios.

A perspectiva é de que, com uma adoção cada vez mais frequente da inteligência artificial na indústria, o Produto Interno Bruto (PIB) de economias locais até 2030, de acordo com a Pwc. É o caso da China, que tem perspectiva de crescimento de 26% no seu PIB até a próxima década por conta da IA, e dos Estados Unidos, que deve ter um aumento de 14,5% no seu PIB.

*O repórter viajou a convite da IBM

Torneio junta 227 ton de lixo eletrônico para reciclagem

Greenk Tech Show teve competição de games e de coleta de lixo; o Terra transmitiu

A 3ª edição do Greenk Tech Show, festival de tecnologia e sustentabilidade, terminou neste domingo (6), com o recorde de arrecadação de lixo eletrônico da América Latina: 227 toneladas, que deverão ser recicladas.

HP chega a 8,2 mi de produtos feitos com plástico reciclado

Cerca de 200 mil alunos de 150 escolas públicas e privadas do Estado de São Paulo estiveram envolvidos na coleta dessa sucata – eles participaram do 2º Torneio Greenk Intercolegial.

Evento de tecnologia e sustentabilidade Greenk Tech Show 2019
Foto: Matheus Riga / Equipe portal
O evento, transmitido pelo Terra, também teve torneios de games como LoL e Just Dance. A campeã geral do torneio foi a E.M.E.B. Stélio Machado Loureiro, de Bebedouro, no interior de SP.

Veja os resultados de cada competição:

Torneio de Games LoL
1º - Colégio Guilherme Dumont Villares – São Paulo
2º - E.E.Antoine de Saint Exupery – São Paulo
3º - E.E. Prof. Ascendino Reis – São Paulo

Just Dance
1º - Escola COC – São Bernardo do Campo
2º - Escola COC – São Bernardo do Campo
3º - E.E. Maria Regina Demarchi Fanani – São Bernardo do Campo

Torneio Projetos de Sustentabilidade e Tecnologia
1º Colégio Visconde de Porto Seguro – Unidade Morumbi – São Paulo
2º Associação CERMAC- São Paulo
3º EE Padre Alexandre

Grigoli – São Caetano do Sul

Torneio Cosplay - Individual
1º Colégio Cruzeiro do Sulm – São Paulo
2º Colégio Pedroso – São Paulo
3º Centro Educacional ETIP – Santo André

Torneio Cosplay – Grupo
1º E.E. Prof. Ascendino Reis – São Paulo
2º E.M.E.B. Cel Francisco Rodrigues Barbosa – Itatiba
3º E.M.E.B. Professor Stélio Machado Loureiro – Bebedouro

Torneio de Arrecadação de Lixo Eletrônico
1º E.M.E.B Stélio Machado Loureiro – Bebedouro
2º EMEF Ângelo Raphael Pelegrino
3º CEL Francisco Rodrigues Barbosa

(Fonte: Equipe portal) - 15/10/2019
Startup oferece "maquininha de bitcoin" para varejistas

A adoção do bitcoin como forma de investimento tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. A utilização do ativo como forma de pagamento, no entanto, ainda não se popularizou. Dentro desse

panorama, a startup Z.ro Pay levou ao mercado uma maquininha que aceita pagamento em bitcoin. Para usar a moeda digital, o consumidor precisa escanear um código QR que aparece na tela do aparelho.

Já para o dono do estabelecimento comercial, basta colocar o valor em reais, que a própria máquina já faz a conversão. O Terra Inovação desta semana conversa com o diretor de tecnologia (CTO) da Z.ro Pay, Marco Carnut, para entender melhor o negócio da fintech e como se dá a sua atuação nos mais variados setores do comércio. Não perca!

(Fonte: Terra Inovação) - 15/10/2019
Startups criam soluções para quem tem animais de estimação

Com entrega de produtos por aplicativo e serviços de hospedagem para cães, empresas miram setor que gira R$ 34,4 bi

Ter um animal de estimação em casa alegra o ambiente e enche os moradores de amor. Mas quem é "mãe ou pai de pet" sabe: além do carinho, há tarefas cansativas - repor a ração, cuidar da higiene e levar os bichinhos para passear. De olho em facilitar a vida dos donos de animais em meio à rotina, startups começam a oferecer soluções para digitalizar um mercado estimado em 140 milhões de animais no País.



Animais de estimação (imagem ilustrativa)

Foto: mtreasure / iStock

É o caso, por exemplo, da Zee.Now, que oferece entrega em domicílio 24 horas por dia para diversos itens de pet shop, como rações e remédios, por meio de seu aplicativo. Ela foi fundada pelos irmãos gêmeos Thadeu e Felipe Diz, como um braço da empresa de acessórios Zee.Dog - há sete anos no mercado, a marca distribui produtos para 23 países e tem até uma loja em Nova York. "A Zee.Dog construiu uma comunidade enorme de donos de pets, que não compram só acessórios. Resolvemos aproveitar a oportunidade", diz Thadeu.

Lançado em maio, o Zee.Now já está em 75 bairros de São Paulo e Rio de Janeiro. Para o ano que vem, os planos são de expandir a operação para Curitiba e Belo Horizonte. Além dos próprios produtos, a empresa também faz compras direto da indústria e faz a entrega a partir de seus centros de distribuição - os entregadores, chamados de "Zee.Man", são terceirizados. Por trás do negócio, está uma equipe de 15 programadores. "Nossa logística permite que façamos as entregas na casa do cliente com frete grátis em menos de uma hora, até de madrugada", explica Thadeu.

É algo que pode movimentar um mercado já bastante grande: segundo o Instituto Pet Brasil (IPB), o setor de produtos e serviços para bichos de estimação pode movimentar R$ 36,2 bilhões em 2019 - no ano passado, foram R$ 34,4 bilhões, em um crescimento de 29% ao longo dos últimos cinco anos.

Para Martina Campos, diretora executiva da entidade, são números que mostram a mudança de status dos animais para as famílias brasileiras. "Os animais ficavam no quintal, como proteção. Hoje, estão dentro de casa, no sofá e até na cama", diz ela. "Por isso, surge um ecossistema para oferecer soluções para os donos, que estão em rotinas cada vez mais alucinantes."

Serviços buscam aliviar rotinas
Aliviar a rotina dos donos de bichos é o papel principal da startup DogHero, um dos nomes mais conhecidos do setor, com mais de R$ 45 milhões já recebidos em aportes. Trata-se de uma plataforma online na qual é possível encontrar hospedagem e passeadores para cães. Hoje, 1,3 milhão de cachorros estão cadastrados no sistema. "Quando a família quer viajar nem sempre tem um amigo por perto que pode cuidar do cachorro. Os hotéis para animais, que costumam ser uma alternativa, custam caro e, muitas vezes, o espaço é pequeno e o cão fica estressado", afirma Eduardo Baer, presidente executivo da DogHero.

Fundada em 2014, a empresa oferece hospedagem em 750 cidades do Brasil e já expandiu sua operação para Argentina e México - mais de 18 mil anfitriões estão cadastrados na plataforma, que fazem cursos online oferecidos pela DogHero para receberem os cachorros em suas casas. Lançado no ano passado, o serviço de passeadores está em 20 cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

A startup PetAnjo aposta em um modelo semelhante. Criada pela médica veterinária Carolina Rocha e pelo engenheiro Thiago Petersen, a empresa oferece serviços de hospedagem e passeio, além de visitas nas casas dos pets para alimentar e cuidar do animal quando o dono está viajando. "Atuava como veterinária e atendi muitos animais agressivos. Percebi que havia uma demanda por parte dos tutores por serviços complementares para ajudar no dia a dia" , diz Carolina.

Para atuar, os colaboradores (ou "anjos") da startup passam por um treinamento certificado pela startup, que envolve ensinamentos de primeiros socorros e identificação de doenças. "É uma responsabilidade grande cuidar dos filhos das pessoas, não podemos errar", diz Carolina, "mãe" dos cães Olga, Cássio e Madalena e das gatas Boneca e Ísis. Nos últimos cinco anos, a PetAnjo já ofereceu mais de 100 mil serviços.

Mercado deve aproveitar particularidades dos bichos
Apesar de o mercado de startups pet estar crescendo, muitos serviços são réplicas de apps "para humanos" - a Zee.Now é uma espécie de Rappi para animais, enquanto é possível dizer que o DogHero é um "Airbnb dos cães". "É natural essa adaptação, mas existem oportunidades específicas dos animais que podem ser exploradas", diz Daniel Grossi, cofundador da empresa de inovação Liga Ventures. "É o caso de dispositivos de internet das coisas para rastrear e monitorar os animais quando o dono está fora."

É a aposta da ZenPet, startup que desenvolve há três anos protótipos de dispositivos como um pote de ração inteligente para cães ou um bebedouro para gatos - aparelhos que, conectados a um aplicativo, permitem que o dono controle a quantidade de ração e água dos bichinhos. O plano é lançar os produtos no mercado em 2020, com preços a partir de R$ 300 (bebedouro) e R$ 500 (alimentador).

Para o fundador da empresa, Jefferson Magalhães, um dos principais desafios de empreender hoje na área pet é a captação de investimento. "Tirando alguns casos conhecidos, conseguir aporte é difícil", afirma o executivo. Neste ano, a ZenPet está tentando captar investimento para viabilizar sua produção. É uma preocupação do setor: "Grande parte das startups de pets são voltadas para o consumidor final, modelo que exige um bom volume de investimento para marketing e acesso ao mercado", diz Grossi, da Liga.

Por outro lado, é um mercado "afetivo", disposto a testar novos serviços. "O público pet recebe bem ideias que proporcionem o bem-estar do animal", diz Martina. Afinal, para muita gente é impagável chegar em casa e, em frente ao portão, ver seu cachorro sorrir latindo.

(Fonte: Giovanna Wolf Estadão ) - 07/10/2019
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