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Os melhores smartphones que custam até R$ 1,5 mil, segundo a Proteste

Motorola lidera com o maior número de opções nesta faixa, mas consumidor deve avaliar conjunto de funcionalidades antes de decidir sua compraA associação de consumidores Proteste avaliou os principais smartphones que se encaixam na categoria "intermediários", que são os aparelhos com preços mais acessíveis quando comparados aos topo de linha como Samsung Galaxy S9 e o iPhone XS.

Segundo a organização, foram escolhidos 11 dispositivos "de entrada" para a avaliação com preços até R$ 1.500. Vale destacar que todos os aparelhos listados possuem o sistema operacional Android.

Foram avaliados itens como duração de bateria, qualidade sonora, tela e câmera, entre vários outros. Para isso, os aparelhos foram separados de acordo com seis perfis comuns de preferência de usuários: barato e bom; valor máximo de R$ 1.500; bateria duradoura; tela grande; proteção contra água e poeira, e câmera.

Os melhores em bateria

Juntamente com tela de qualidade e câmera de boa resolução, uma das características mais procuradas em um celular é uma bateria de longa duração, que não deixa o usuário na mão no meio do dia.

Embora os chipsets mais modestos de hoje em dia consigam otimizar o uso de energia consideravelmente, trata-se, na verdade, de um quesito que evolui lentamente, se comparado à tecnologia.

Apesar disso, alguns produtos se destacaram com desempenho extraordinário – caso, particularmente, do LG K10 Power Dual, uma das três escolhas certas nominadas pela Associação, que suportou mais de 40 horas de uso. Também se saíram bem o Samsung J7 Prime, Samsung J8 e Moto G6 Play, registrando mais de 30 horas ininterruptas.

As melhores telas

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Já no que se refere às telas, embora evidentemente as diferenças entre modelos premium e os mais baratos continuem grandes, o avanço da tecnologia está diminuindo essa disparidade. Em termos de tamanho, os produtos Moto G6 Plus, Moto G6 e Samsung J8 possuem as maiores telas, com 5.9, 5.7 e 6, respectivamente. O Samsung J8 mostrou ter o melhor aproveitamento de sua parte frontal, com 75,8%, seguido pelo Moto G6 Plus, com 74,4%. Porém, este último se destaca devido à qualidade da tela e contraste diferenciado.

As melhores câmeras

Referente às câmeras frontais, o Moto X4, Moto G6 e Moto G6 Plus saíram na frente. Já na câmera traseira, o Moto X4 se sobressaiu, além de ser o melhor dessa avaliação. Este modelo também conquistou o título do mais resistente à poeira e à água, em que os modelos G6 Plus e G6, também da Motorola, foram bem.

Segundo a Proteste, a Motorola é a fabricante que entrega as melhores opções para quem deseja o produto com maior custo benefício na faixa de preço de até R$ 1.500. Seus três smartphones (G6 Plus, X4 e G6, em ordem de pontuação geral no teste) vêm com a última atualização do sistema operacional, têm boas câmeras frontais e, especialmente no caso do X4, a câmera traseira também. Além disso, demoram relativamente pouco para carregar.

Para quem busca aparelhos mais baratos, a Associação indica os que custam menos de R$ 800 e mantêm uma boa qualidade, como o Samsung J6, LG Q6 e LG K10 Power Dual. Eles trazem softwares atualizados e câmeras aceitáveis, além de todas as outras funções básicas consideradas necessárias. Por isso, não à toa, são as escolhas certas da avaliação.



(Fonte: @idgnow Da Redação) - 10/12/2018
Xiaomi supera OnePlus e anuncia o primeiro smartphone do mundo com 5G

Versão do recém-lançado Mi Mix 3 habilitado com o novo Snapdragon 855 foi apresentado na China nesta semana

A disputa para quem vai colocar o primeiro smartphone 5G nas mãos dos consumidores ganhou uma competidora - senão uma vencedora - de peso nesta semana. A chinesa Xiaomi apresentou nessa quinta-feira (6) durante conferência da operadora China Mobile uma versão do seu topo de linha Mi Mix 3 habilitado com o novíssimo
Qualcomm Snapdragon 855 e um modem Snapdragon X50 5G, revelados nesta semana durante o Snapdragon Summit.

Segundo informações do site GSMArena, a Xiaomi demonstrou a operabilidade da conexão 5G ao usar o aparelho para navegar na internet e reproduzir vídeos em streaming. Uma combinação de antenas, de acordo com a fabricante, permite o aparelho alcançar velocidades de até 2 Gbps.

A apresentação da Xiaomi fura, de certa forma, a concorrente OnePlus. Isso porque durante o evento da Qualcomm, o CEO da OnePlus, Peter Lau,
afirmou que um novo aparelho da fabricante seria pioneiro no uso do novo chipset Snapdragon 855. “Estamos aprimorando nossos esforços em pesquisa em 5G e lançaremos junto com a BT/EE o primeiro smartphone 5G na Europa”, reforçou Lau durante a conferência.

Entretanto, a Xiaomi - que vem trabalhando em um aparelho compatível com o 5G desde 2016 - também lançará a versão do Mi Mix 5G no mercado europeu. O modelo já estaria pronto para uso comercial e a fabricante informou que vai participar de testes prévios do 5G em parceria com a China Mobile no primeiro trimestre de 2019 para, na sequência, começar a vendê-lo na China.

Ainda não há informações sobre preços do novo smartphone. As configurações do aparelho devem seguir as mesmas do Mi Mix 3: 6GB ou 10GB de RAM, e opções de 64GB, 128GB e 256GB de armazenamento

interno, além de tela OLED de 6,4 polegadas (1080p) que pode ser deslizada manualmente para mostrar e esconder a câmeras para selfies, com um sensor de 24MP e outro de 2MP, um sensor biométrico na parte de trás do telefone e uma bateria de 3200 mAh.




(Fonte: @idgnow Da Redação) - 10/12/2018
Depois de ataque hacker, Ashley Madison retoma crescimento com foco no Brasil

Brasil é o 2º maior mercado global da plataforma. Em entrevista ao IDG Now!, CEO da companhia, Ruben Buell, fala sobre infidelidade e cibersegurança

Em 2015, o site Ashley Madison sofreu uma das mais graves brechas de segurança da história que colocou o serviço de encontros extraconjugais e seus usuários sob a luz dos holofotes. Hackers
expuseram dados sensíveis de mais de 32 milhões de usuários e tornaram públicas informações como nomes, endereços, status civil e preferências sexuais dos assinantes. O episódio chegou a ser
responsabilizado por divórcios, demissões e até mesmo por suicídios.

Com a invasão, o grupo autointitulado "Impact Team" buscava que a empresa canadense tirasse o site do ar sob a justificativa de que o serviço era amoral e abusava da confiança de seus usuários. No mesmo ano, o fundador do Ashley Madison, Noel Biderman, deixou o cargo de CEO da então Avid Life Media, companhia-mãe da Ashley Madison, hoje reformulada sob o nome de Ruby Life Inc. Relatos de extorsão de usuários e processos milionários também chegaram às portas da empresa. Um acordo de US$ 11,2 milhões foi feito com as vítimas da brecha nos Estados Unidos e uma multa adicional de US$ 1,6 milhão foi paga à Comissão Federal do Comércio. Diante de todo esse contexto, parecia que o fim do Ashley Madison estava sepultado. Três anos depois, a companhia afirma estar recuperando sua audiência e vê no Brasil um dos seus mercados mais estratégicos.

Em visita a São Paulo nesta semana, Ruben Buell, CEO e CTO da Ashley Madison há cerca de um ano, fala sobre um novo momento da empresa e como arrumou a "casa" para assegurar o que o serviço desde o início prometeu, mas não conseguiu oferecer: discrição. "Depois do evento de 2015, a companhia precisou dar um passo para trás e olhar onde o nosso foco estava e onde deveríamos focar. O foco se tornou basicamente no produto e na tecnologia", diz Buell em entrevista exclusiva ao IDG Now!. Segundo o executivo, agora a empresa contratou um novo e completo time de segurança, incluindo aí um Chefe em Privacidade, um Chief Information Security Officer (CISO), e novas camadas de segurança que cobrem desde a rede corporativa até o usuário na ponta. "Todo funcionário que entra, a primeira coisa que eles pensam quando chegam de manhã ao escritório e quando eles vão embora é a segurança", garante Buell.

Quando sofreu o ataque há três anos, a segurança do Ashley Madison não era realmente das mais reforçadas. Em entrevista ao Motherboard, o grupo Impact Team disse que a segurança era fraca. "Ninguém estava olhando", disseram. Hoje, uma das estratégias que a Ashley Madison contratou poderia soar até um tanto irônica dado o seu histórico, mas a companhia recorre à uma plataforma chamada Hacker One para reforçar as redundâncias da cibersegurança. O serviço reúne hackers contratados para encontrar bugs e falhas em sistemas, corrigi-los para depois serem recompensados, uma prática que tem sido cada vez mais comum no mundo corporativo.

Parte do trabalho de Buell é também entregar o tipo de funcionalidade que aplicativos de paquera e relacionamento entregam hoje em dia. Afinal, quando o Ashley Madison surgiu poucas eram as opções que as pessoas tinham para encontrar umas às outras no mundo amoroso online. Atualmente, a concorrência no setor conta com grandes players como o
Tinder e até mesmo aplicativos de nicho.

Segundo Buell, a empresa também adota tecnologias como machine learning para entregar matches mais próximos às expectativas de cada usuário, por mais subjetivo que isso seja. O modelo de negócios do Ashley Madison continua pago para homens - cobra-se créditos para enviar mensagens a potenciais affairs e é gratuito para mulheres.

Terminando affairs com bots

Colocar o Ashley Madison "nos eixos" também exigiu que a companhia lidasse com algumas práticas condenáveis. Isso porque, em 2016, o serviço admitiu que usava bots para convencer homens a pagarem pelo serviço. Em busca de affairs, homens, na verdade, acabavam se interessando por bots. Os robôs eram essencialmente a força de vendas do Ashley Madison. Aqueles que se inscrevessem para uma conta gratuita seriam imediatamente contatados por um bot que se apresentava como uma mulher interessada. Entretanto, para retribuir o interesse os homens teriam que comprar créditos do site. A repórter Annalee Newitz foi quem ajudou a expor o uso de bots pelo site e descobriu documentos internos mostrando que 80% das compras iniciais no site eram feitas por um usuário do sexo masculino tentando se comunicar com um robô. Na época, uma auditoria da Ernst & Young confirmou a prática e a Avid Life Media garantiu que os perfis falsos foram deletados no final de 2015. Na época, com 37 milhões de usuários, a proporção de usuários era de 5 homens para 1 mulher. Mais de 70 mil perfis de mulheres eram robôs. Nova consulta independente da EY mostrou que os bots não circulam mais entre o serviço.

A mesma auditoria da EY mostrou que mais de 5,6 milhões de novos registros foram acrescentados ao site em 2017 e que a proporção de usuários ativos pagos do sexo masculino para feminino foi de 1 para 1,13. Mas o Brasil vem acendendo o interesse da companhia em particular. Relatório da consultoria contratada identificou que de toda a base da Ashley Madison, 8,9 milhões de membros são residentes no Brasil. A conclusão? O Brasil atrai o maior número adúlteros fora da América do Norte. Há mais de 138 mil membros inscritos no Ashley Madison no Brasil mensalmente, conforme a Ernest & Young. Outro dado curioso diz que o País tem quase o dobro do número de mulheres em relação a homens no site - são 1,91 mulheres ativas para cada 1 homem ativo pagante. São Paulo, com mais de 1,6 milhão de membros, é a cidade com mais usuários no Ashley Madison, a frente de Nova York.

Para Buell, o crescimento da base de usuários do gênero feminino no Brasil indica o empoderamento da própria mulher. "Eu vejo através do Ashley Madison que as mulheres estão assumindo mais o
controle e estão mais confiantes de si, de irem atrás do que elas querem. Nós vemos isso no número de pessoas que estão assinando o serviço e também vemos em seus perfis. Quando as mulheres entram no serviço, elas dizem exatamente o que elas querem, o tipo de relação, o tipo de homem que querem. É algo que você, dificilmente, vê em outros apps de relacionamento", avalia o executivo.

O perfil de um típico usuário do Ashley Madison são pessoas na faixa dos 30 e 40 anos que, na visão de Buell, já acumularam experiências, estão estáveis e que, apesar de não quererem terminar seus casamentos, ainda não desistiram "da faísca". Pesquisa interna identificou que 61% dos usuários traem, pois estão em busca de sexo, a maioria é casada e tem filhos.

"O típico usuário é aquela pessoa que já viveu a vida e descobriu que, nem sempre, a vida tem um final de conto de fadas. Talvez alguém que atingiu os 40 anos e tem toda a estabilidade e pensa não quero desistir de ter sexo pelo resto da minha vida e decidem ter o controle disso", diz Buell.

Precisamos falar sobre fidelidade

A popularidade de um site como o Ashley Madison também joga luz sobre a fragilidade de valores como casamento e a própria noção de monogamia. Se o site, cujo lema é "a vida é curta, tenha um caso" consegue se reerguer mesmo após um grave incidente de segurança, o que faz usuários mundo afora recorrerem a ele novamente? Para Buell, o Ashley Madison é também uma comunidade onde pessoas que passam por experiências semelhantes encontram alguém para conversar, terem um caso e não serem julgadas por isso.

"A gente fala que trabalha na maior plataforma de conselho matrimonial do mundo", brinca Buell. Para o executivo, há naqueles que julgam o serviço um entendimento superficial e sobretudo, reside a hipocrisia. "Vemos que amor e sexo não são exatamente a mesma coisa. Uma das coisas que vemos na sociedade é que o divórcio tem sido socialmente aceitável. Então é perfeitamente aceitável separar uma família, você tem até pessoas que dão festas para comemorar um divórcio. Para um site que opera em 50 países e um fluxo de milhares de pessoas usando a plataforma todos os dias, você pode dizer que a monogamia não foi, necessariamente, construída para os seres humanos", reflete.

Em sua visita ao Brasil, Buell fez uma espécie de turnê para conversar não só com a imprensa, mas também entender o mercado local. Dado o crescimento da plataforma por aqui, o executivo também espera entregar recursos que façam mais sentido para o mercado brasileiro, entender o perfil do usuário e até 2019 dobrar a base de pessoas que veem no Ashley Madison uma forma de encontrarem "um caso".

"Infidelidade, traição, é algo que sempre aconteceu e sempre vai existir. O que a oferecemos são as melhores condições para isso acontecer. Então se a traição for existir, que isso acontece fora do trabalho, fora do seu círculo de amigos, não coloque a sua carreira e o seu casamento em risco. O melhor affair é aquele que não é descoberto e é para isso que a Ashley Madison existe", conclui Buell.

(Fonte: @carlamatsu Por Carla Matsu) - 03/12/2018
Gigante chinesa Alibaba pode estar a caminho do Brasil

Uma das principais plataforma de e-commerce do mundo pode chegar em breve ao país, conforme post do CEO da Agência de Promoção de Internet China Brasil

As plataformas de e-commerce que operam no Brasil podem ganhar uma concorrência de peso. Isso porque a gigante chinesa Alibaba pode estar a caminho do país.

Conforme um post do CEO da Agência de Promoção de Internet China Brasil (CBIPA/Chinnovation), In Hsieh, em sua página no Facebook, essa possível chegada aconteceria “em breve”.



O executivo, que já passou pela também chinesa Xiaomi, fez uma publicação breve sobre o assunto em seu perfil na rede social, apenas com os seguintes dizeres: “Alibaba@Brasil, em breve” - no
entanto, o post foi apagado algumas horas depois.

Recentemente, o fundador e ex-CEO do Alibaba, Jack Ma, anunciou que irá target="_blank">deixar o cargo de presidente do conselho da empresa em setembro de 2019, quando a companhia completará 20 anos de história.


(Fonte: Da Redação) - 03/12/2018
Google começa a liberar polêmico assistente para usuários do Pixel

Google Duplex será testado com um grupo limitado de usuários nos EUA; Pela primeira vez, será possível usar o serviço para reservar mesas em restaurantes

Quando foi apresentado pela primeira vez durante a conferência para desenvolvedores do Google, a I/O 2018, o Google Duplex levantou, com preocupação, as sobrancelhas de muita gente. O serviço entregue por meio do Google Assistente consegueria realizar chamadas telefônicas e agendar compromissos, como reservas para jantares ou um corte de cabelo, como se fosse uma pessoa humana. Na ocasião da apresentação, a assistente virtual até reproduzia trejeitos na fala como "hmmm" para tornar a conversa o menos robótica possível.

Pois agora, o serviço está expandindo. Informações do VentureBeat indicam que o Duplex chega agora para um pequeno grupo de usuários do Pixel, porém com recursos limitados. Vale notar que não são todos os donos do smartphone do Google que também poderão recorrer ao Duplex para tarefas cotidianas, tendo em vista que ele estará disponível apenas em algumas cidades dos Estados Unidos. Em comunicado, o Google reforçou que se tratava de um lançamento "lento", entregue e testado aos poucos. Mas, pela primeira vez, o Duplex poderá ligar e reservar mesas em restaurantes com os quais o Google não conta com uma parceria específica.

O Google irá monitor todas as chamadas que o software faz para coletar dados importantes, mas ainda não foi implementado um cronograma mais amplo para um lançamento maior.

Por que isso importa - Este é o primeiro passo para uma tecnologia que está se movendo para nos dar um assistente pessoal verdadeiramente automatizado. O serviço agora disponibilizado aos membros do público nos dá uma ideia de como isso funcionará na prática. Você pode simplesmente pedir ao Google para "fazer uma reserva", sobre a qual você pode selecionar seu restaurante e responder a algumas perguntas sobre o tamanho e a hora da festa, etc. O Assistente fará a ligação para você e sua reserva será inserida em "Minhas Reservas".

Embora a demonstração na I/O em maio tenha sido muito mais do que isso, este é um primeiro passo empolgante e estamos ansiosos para a implantação mais ampla e inevitável.


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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.